Crises digitais, marcas influenciadoras, tendências em RP e RP de dados são alguns dos temas dos meus cursos em janeiro e fevereiro de 2021

Bora começar o ano se atualizando?

Segue a agenda de cursos livres para janeiro e fevereiro:

Cásper Líbero

18 a 21/01 – 19h às 22h30 – PR Trends – Como aplicar as tendências em RP e comunicação organizacional no seu negócio (em parceria com João Francisco Raposo) – https://cursos.casperlibero.edu.br/produto/pr-trends-como-aplicar-as-tendencias-em-rp-e-comunicacao-organizacional-no-seu-negocio/?status_do_curso=vigentes

Aproveitando o curso, indico um artigo, escrito pelo João e por mim, sobre 5 tendências de RP para ficarmos de olho em 2021: https://propmark-com-br.cdn.ampproject.org/c/s/propmark.com.br/opiniao/5-tendencias-em-pr-pra-ficar-de-olho-em-2021/amp/.

26/01 – Gestão de crises em mídias sociais – 18h30 às 22hhttps://cursos.casperlibero.edu.br/produto/gestao-de-crises-em-redes-sociais-3/?status_do_curso=vigentes

27/01 – Mídias sociais para pequenas empresas – 18h30 às 22hhttps://cursos.casperlibero.edu.br/produto/midias-sociais-para-pequenas-empresas-10/?status_do_curso=vigentes

28/01 – Brandcasters, as marcas como influenciadoras digitais – 18h às 22hhttps://cursos.casperlibero.edu.br/produto/brandcasters-as-marcas-como-influenciadoras-digitais/?status_do_curso=vigentes

ESPM
02 a 05/02 – Data PR – Como aplicar as tendências do momento no seu negócio (em parceria com João Francisco Raposo) – 19h às 21h30 – https://www.espm.br/educacao_continuada/data-pr-como-aplicar-as-tendencias-do-momento-no-seu-negocio-2373/

Te espero!

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5 tendências em RP para 2019

dez 12 2018 Published by under Comunicação

Crédito da imagem: Resultados Digitais

Todo ano, gosto de fazer um exercício de “futurologia” e tentar prever tendências de curto prazo para a área de Comunicação Organizacional, sobretudo RP.

Baseio-me em meus estudos, pesquisas, vivências e consultorias práticas.

Assim, elegi cinco tendências que acredito que farão parte do dia a dia dos profissionais de CO e RP.

Vamos a elas:
1. Human to human
A tendência explica o sucesso dos influenciadores digitais, por exemplo. Acredito que vamos continuar querendo nos comunicar por meio pessoas, de conteúdos com curadoria de alguém e isso implica em humanização por parte das organizações e marcas. E tem a ver com a segunda tendência: para serem mais humanas, as organizações vêm usando funcionários e embaixadores de suas marcas como motores de divulgação.

2. Funcionários conectados, embaixadores e influenciadores das organizações
Pessoas confiam em pessoas. Sendo assim, algumas grandes marcas já estão utilizando o funcionário como representante da empresa nas mídias sociais, seja nos perfis oficiais da organização, seja motivando-o a ser um veículo por si só. E como isso tem legitimidade, a meu ver. Aproxima a organização das pessoas, além de dar um ponto de vista de alguém “comum” dos bastidores.

3. Relacionamento com microinfluenciadores
Investir nas celebridades ou nos macro-mega influenciadores digitais é caro e tem pouco engajamento. Por outro lado, pessoas altamente especializadas em uma determinada temática e com voz ativa podem ser um bom negócio. Os microinfluenciadores nos fazem voltar ao início dessa década, quando fazíamos relacionamento com formadores de opinião por temática, por nicho e como resultado, atingíamos audiências com real interesse naquela determinada área.

4. Marcas como agentes influenciadores
Acredito nas marcas como influenciadoras digitais, desde que sejam relevantes, prestadores de serviço, úteis, “tutorialistas”. Para ser influente, uma marca precisa adicionar valor ao dia a dia das pessoas, com conteúdos que façam essas vezes e que se tornem fonte de referência para as pessoas. É possível, inclusive, a meu ver, copiar determinados modelos de sucesso dos influenciadores digitais, como vídeos, podcasts, dicas, interação, linguagem cotidiana, cultivo da audiência e por aí vai. Essa é a minha proposição de pós-doc. ;-)

5. Gerenciamento do modelo PESO
PESO significa paid, earned, shared and owned media. Isto é, mídia paga, espontânea, compartilhável e própria. A receita de sucesso está em saber balancear e equilibrar todos esses pilares, sem negligenciar nenhum deles. Haverá vezes que nos dedicaremos mais a um do que aos outros, mas, nos dias de hoje, é impossível não olharmos para uma estratégia de comunicação, marketing e relacionamento digitais sem nos debruçarmos no modelo PESO em sua totalidade.

E vc? O que acha que vai “pegar” em 2019?

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